quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Matisse Hoje



Integrantes:
Alan Gutuzzo
Laísa Ramthun
Rodrigo Gazzano


Exposição Visitada: Matisse Hoje - Henry Matisse na Pinacoteca.
Nesta exposição se encontram cerca de 80 obras de Henri Matisse, líder do movimento fauve, que integram grandes coleções públicas e privadas da França e do Brasil. A exposição também conta com obras de alguns artistas plásticos inspiradas no trabalho de Matisse.

Serviço da Exposição
Onde: Pinacoteca do Estado - Praça da Luz, 2
Quando: De terça a domingo das 10 às 18h. Entrada na exposição Matisse Hoje até às 17hs.
Até quando: Até 02 de novembro de 2009
Links relacionados: http://www.pinacoteca.org.br

Imagens da Exposição

"Natureza morta com magnólia",1941, Henry Matisse

"O torso de gesso",1919, Henry Matisse,emprestada do Masp para a exposição.

Jazz - Henri Matisse

Opinião do Grupo

A exposição estava bem movimentada, com vários grupos de alunos e seus professores. Havia turmas infantis e de adolescentes, como também alguns jovens e idosos. Algumas obras de Matisse são realmente impressionantes, mas algumas são confusas e fogem ao nosso entendimento. As cores são marcantes e belas, dignas de um grande artista. Sua arte baseia-se num método que, segundo ele próprio, consiste em abordar separadamente cada elemento da obra - desenho, cor, composição - e em juntá-los numa síntese, "sem que a eloqüência de um deles seja diminuída pela presença dos outros". Ele não utiliza a perspectiva, as técnicas do desenho e o efeito de claro-escuro para tratar a cor como valor em si mesma. Um dos aspectos mais interessantes da exposição é poder ver algumas obras que foram inspiradas em Matisse. Em uma das salas, misturadas às suas obras, colou-se na parede do museu vários quadrados coloridos inspirados na colagem "Snail".

A colagem "Snail" de Henri Matisse

Enfim, a exposição nos agradou muito, já que pudemos ver obras fantásticas de Matisse, que vão desde desenhos até esculturas.

Em nossa visita à Pinacoteca também nos deparamos com uma grande sala central onde há três pequenas piscinas com tigelas de porcelanas dentro. Há um motor que faz a água girar levemente movimentando a água. As tigelas são de dois tamanhos e acabam por se chocarem o que produz um ruído. O barulho não é alto e a sensação que passa é de calma e tranqüilidade, dando vontade de permanecer lá por horas.
Outro destaque de nossa visita à Pinacoteca foi o quadro São Paulo de Tarsila do Amaral, que é um quadro cubista, onde se pode notar com facilidade o uso das formas geométricas para representar a alta industrialização e urbanização da cidade de São Paulo.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Otto Stupakoff, fotógrafo, no Instituto Moreira Salles

Fomos ao Instituto Moreira Salles, na exposição do fotógrafo brasileiro Otto Stupakoff.

Otto nasceu em São Paulo em 1935. Faleceu neste ano, em 22 de abril.

A exposição, que primeiro passou palo IMS do Rio de Janeiro, foi aberta 2 meses antes de sua morte, e reúne 70 fotos icônicas do fotógrafo.

As fotografias expostas foram tiradas dos anos 1950 aos anos 1990. Há fotografias de moda - Otto Stupakoff foi o pioneiro da fotografia de moda no Brasil-, fotografias de viagens, e também retratos de pessoas famosas.

Há apenas uma foto colorida, todas as outras são PB. Das 70 fotos, apenas uma única não retrata pessoas. É uma imagem, curiosamente, da Faap. Trata-se de uma fotografia de 1961, em que o fotógrafo retrata uma parede - provavelmente um ateliê-, em que há uma interessante composição com objetos de diversas área das artes. Instrumentos musicais, sapatilha de bailarina, objetos para pintura.

As fotografias de moda são bastante ousadas e interessantes, e flertam com o surrealismo, brincam com o improvável. Há uma série, por exemplo, em que a modelo é fotografada posando diante de um macaco no zoológico (há um vidro que separa a modelo do animal).



O nú feminino também está presente em muitas fotografias, e é interessante a forma como Otto Stupakoff trabalha com a luz no PB. Nas fotos de nus, a luminosidade entra sempre por janelas, e Otto trabalha muito bem com essa luz natural, e na composição que faz entre claro/escuro no corpo feminino.

Nos impressionou os retratos de pessoas famosas. É possível notar que Otto consegue captar aquilo que Barthes chama, em "A Câmara Clara", de punctum. Essas fotografias, como a de Tom Jobim (abaixo), Wesley Duke Lee, Jack Nicholson ou Trumman Capote, chamam a atenção pela maneira como aquelas pessoas parecem 'vivas'. É como se o olhar dessas pessoas tivesse profundidade, como se o olhar dissesse alguma coisa. A fotografia consegue nos passar o ar, o ambiente em que aquela pessoa foi fotografada.




Essa intimidade com o outro também aparece em fotografias de desconhecidos, como a menina cigana com um cigarro na boca, que é de uma beleza indescritível.


Nenhum de nós conhecia o fotógrafo, e nos impressionamos com a qualidade das fotografias. A criatividade e o inusitado nas fotografias de moda. A beleza e profundidade dos retratos. O nu e a sensualidade apresentado de uma mameira diferente do que estamos acostumados.
As fotografias que dizem.
Como o menino no canto da parede, de costas para a fotografia, pequeno naquele espaço que ele não quer ver, ou de que ele se culpa. Ou será que era uma simples brincadeira de esconde-esconde?







Grupo: Alice Fanny Riff, Nicholas Gobbo, Tomás Pirró, Victor Parente

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

O grupo visitou o MIS, mais especificamente a exposição de Chirs Marker. A obra reúne cerca de 200 retratos em preto e branco, que abrangem seis décadas. Todas as obras foram retiradas de seu acervo, e organizadas em quatro partes; “I Stare 1”, “I Stare 2”, “They Stare” , “Beast Of”. As fotografias nos mostram diversas realidades e temas diferentes, na exposição estão desde fotos singelas, como o rosto de uma criança, a fotos bastante fortes, com temáticas mais pesadas. A exposição está aberta até o dia 25/10.

Rafael Ramos;Gabriel de Oliveira;Marcela Alonso;Júlia.