quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Virada Russa





Natália Fressato
Sophia Reis
Thiego Castro

VIRADA RUSSA

Um conjunto primoroso de obras russas do começo do século 20, de artistas da vanguarda, chega ao CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) na terça-feira (15), após passar por Brasília e pelo Rio.

"Virada Russa - a Vanguarda na Coleção do Museu Estatal Russo de São Petesburgo" exibe cerca de 120 trabalhos de nomes seminais do período, como Marc Chagall e Kazimir Maliévitch.

SERVIÇOS DA EXPOSIÇÃO

CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil - São Paulo

Funcionamento | Terça a domingo, das 10h às 20h | Telefone: (11) 3113-3649

De 1 de Outubro à 15 de Novembro

Entrada Franca


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OPINIÃO DO GRUPO:

A exposição trouxe obras nunca vindas ao Brasil.
É impressionante o quão representativas estas são para o entendimento do ideário russo do início do século XX, a passagem de um momento onde a produção artística russa se pautava muito no que ocorria na Europa ocidental, em cidades como Paris, para uma emancipação da arte russa, com o suprematismo e o construtivismo.
Essa liberdade acaba com a revolução, vistas na exposição no subsolo, onde encontram-se obras pós-revolução, como os cartazes.
Tá tudo muito legal!!!!

BEIJO E BOAS FÉRIAS PESSOAL!!!!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

OLHAR E SER VISTO

OLHAR E SER VISTO



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* Danilo Sato

* Moyale Guardini

* Vinícius Del Duque Rosa de Melo

* Raquel Djemal

* Rafael Zolko


OLHAR E SER VISTO

“Olhar e Ser Visto” celebra a arte do retrato e do auto-retrato do século 16 aos nossos dias. São telas, fotografias, esculturas, desenhos e gravuras, tornando possível perceber as diversas transformações na representação pelas quais a efígie passou ao longo dos anos. O público tem a oportunidade de admirar retratos e auto-retratos de mestres da pintura como Rembrandt, Van Gogh, Goya, Portinari, Velázquez, Picasso, Modigliani, entre outros.


Serviço da exposição:

Quando: De terça á domingo e feriados, das 11h ás 18h; quinta feira até 20h. A bilheteria fecha com uma hora de antecedência.

Á partir de 10 de Outubro, por tempo indeterminado

Onde: Masp - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand; Av. Paulista, 1578- Cerqueira Cesar- São Paulo- SP

Ingresso: R$15 (inteira), R$7 (estudante), gratuito para menores de 10 anos e maiores de 60. Terças feiras entrada gratuita até as 18h.

http://masp.art.br/


Algumas Obras Expostas:

http://masp.art.br/colecao/imgObras/T_126.jpg


Opinião do Grupo:

A exposição é muito interessante pois mostra as diferentes maneiras e épocas de como o homem era representado na arte, celebrando a arte do retrato e do auto-retrato do século XVI aos dias de hoje.

Vale ressaltar as poses semelhantes entre os retratados,isto começou a variar no século XIX.

Podemos observar como o olhar era traço marcante em todas as obras, os quais eram firmes e vívidos, trazendo um pouco do sentimento da época e um quê de nostalgia aos observadores.

A sensação de estar sendo observado pelas obras era latente, fazendo entender profunda e claramente o significado do título dado à exposição.

A cada obra observada víamos sua peculiaridade, a qual nos aproximava ainda mais à época e ao momento reproduzido.

As primeiras obras trazem retratados imponentes, de corpo inteiro e altivos. Em algumas outras ao final da exposção a nitidez já era menor, e em alguns casos mal conseguíamos identificar os retratos.


sexta-feira, 6 de novembro de 2009

OSGEMEOS - Vertigem


A mostra em São Paulo reúne obras que traduzem o sensível olhar da dupla sobre o cotidiano brasileiro e, principalmente, a vida paulistana e a periferia urbana, em imagens surrealistas que remontam uma atmosfera de sonho, por meio de cores alegres e personagens melancólicos.


Opinião do Grupo

“A coisa feliz mais triste que eu já vi”. Lola

Vertigem provoca sensações. Tontura, medo, incerteza, embriaguez, mas principalmente o desejo de cair e de se jogar em direção àquilo que te chama – o imenso painel. Diversos trabalhos, telas, fotos, pinturas e grandes esculturas formando uma só instalação. Uma só unidade que mostra um olhar sensível dos dois ao retratarem um pouco do caos urbano. São personagens invisíveis e tão reais que conseguimos reconhecê-los. Cores que num primeiro olhar nos parecem alegres mas que vão construindo um mundo de melancolia, principalmente em momentos em que as sensações se misturam, uma tristeza que vem da seriedade dos temas por eles mostrados - da maneira mais poética e lúdica, quase como um sonho.


SERVIÇO
MAB – Museu de Arte Brasileira da FAAP Rua Alagoas, 903 – Higienópolis – Info: (11) 3662-7198 Horário: de 3a a 6a feira, das 10h00 às 20h00 Sábados, domingos e feriados, das 10h00 às 17h00. Entrada Gratuita


Grupo

Rafael Ramos; Gabriel de Oliveira; Marcela Alonso; Julia Bistane.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Matisse Hoje



Integrantes:
Alan Gutuzzo
Laísa Ramthun
Rodrigo Gazzano


Exposição Visitada: Matisse Hoje - Henry Matisse na Pinacoteca.
Nesta exposição se encontram cerca de 80 obras de Henri Matisse, líder do movimento fauve, que integram grandes coleções públicas e privadas da França e do Brasil. A exposição também conta com obras de alguns artistas plásticos inspiradas no trabalho de Matisse.

Serviço da Exposição
Onde: Pinacoteca do Estado - Praça da Luz, 2
Quando: De terça a domingo das 10 às 18h. Entrada na exposição Matisse Hoje até às 17hs.
Até quando: Até 02 de novembro de 2009
Links relacionados: http://www.pinacoteca.org.br

Imagens da Exposição

"Natureza morta com magnólia",1941, Henry Matisse

"O torso de gesso",1919, Henry Matisse,emprestada do Masp para a exposição.

Jazz - Henri Matisse

Opinião do Grupo

A exposição estava bem movimentada, com vários grupos de alunos e seus professores. Havia turmas infantis e de adolescentes, como também alguns jovens e idosos. Algumas obras de Matisse são realmente impressionantes, mas algumas são confusas e fogem ao nosso entendimento. As cores são marcantes e belas, dignas de um grande artista. Sua arte baseia-se num método que, segundo ele próprio, consiste em abordar separadamente cada elemento da obra - desenho, cor, composição - e em juntá-los numa síntese, "sem que a eloqüência de um deles seja diminuída pela presença dos outros". Ele não utiliza a perspectiva, as técnicas do desenho e o efeito de claro-escuro para tratar a cor como valor em si mesma. Um dos aspectos mais interessantes da exposição é poder ver algumas obras que foram inspiradas em Matisse. Em uma das salas, misturadas às suas obras, colou-se na parede do museu vários quadrados coloridos inspirados na colagem "Snail".

A colagem "Snail" de Henri Matisse

Enfim, a exposição nos agradou muito, já que pudemos ver obras fantásticas de Matisse, que vão desde desenhos até esculturas.

Em nossa visita à Pinacoteca também nos deparamos com uma grande sala central onde há três pequenas piscinas com tigelas de porcelanas dentro. Há um motor que faz a água girar levemente movimentando a água. As tigelas são de dois tamanhos e acabam por se chocarem o que produz um ruído. O barulho não é alto e a sensação que passa é de calma e tranqüilidade, dando vontade de permanecer lá por horas.
Outro destaque de nossa visita à Pinacoteca foi o quadro São Paulo de Tarsila do Amaral, que é um quadro cubista, onde se pode notar com facilidade o uso das formas geométricas para representar a alta industrialização e urbanização da cidade de São Paulo.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Otto Stupakoff, fotógrafo, no Instituto Moreira Salles

Fomos ao Instituto Moreira Salles, na exposição do fotógrafo brasileiro Otto Stupakoff.

Otto nasceu em São Paulo em 1935. Faleceu neste ano, em 22 de abril.

A exposição, que primeiro passou palo IMS do Rio de Janeiro, foi aberta 2 meses antes de sua morte, e reúne 70 fotos icônicas do fotógrafo.

As fotografias expostas foram tiradas dos anos 1950 aos anos 1990. Há fotografias de moda - Otto Stupakoff foi o pioneiro da fotografia de moda no Brasil-, fotografias de viagens, e também retratos de pessoas famosas.

Há apenas uma foto colorida, todas as outras são PB. Das 70 fotos, apenas uma única não retrata pessoas. É uma imagem, curiosamente, da Faap. Trata-se de uma fotografia de 1961, em que o fotógrafo retrata uma parede - provavelmente um ateliê-, em que há uma interessante composição com objetos de diversas área das artes. Instrumentos musicais, sapatilha de bailarina, objetos para pintura.

As fotografias de moda são bastante ousadas e interessantes, e flertam com o surrealismo, brincam com o improvável. Há uma série, por exemplo, em que a modelo é fotografada posando diante de um macaco no zoológico (há um vidro que separa a modelo do animal).



O nú feminino também está presente em muitas fotografias, e é interessante a forma como Otto Stupakoff trabalha com a luz no PB. Nas fotos de nus, a luminosidade entra sempre por janelas, e Otto trabalha muito bem com essa luz natural, e na composição que faz entre claro/escuro no corpo feminino.

Nos impressionou os retratos de pessoas famosas. É possível notar que Otto consegue captar aquilo que Barthes chama, em "A Câmara Clara", de punctum. Essas fotografias, como a de Tom Jobim (abaixo), Wesley Duke Lee, Jack Nicholson ou Trumman Capote, chamam a atenção pela maneira como aquelas pessoas parecem 'vivas'. É como se o olhar dessas pessoas tivesse profundidade, como se o olhar dissesse alguma coisa. A fotografia consegue nos passar o ar, o ambiente em que aquela pessoa foi fotografada.




Essa intimidade com o outro também aparece em fotografias de desconhecidos, como a menina cigana com um cigarro na boca, que é de uma beleza indescritível.


Nenhum de nós conhecia o fotógrafo, e nos impressionamos com a qualidade das fotografias. A criatividade e o inusitado nas fotografias de moda. A beleza e profundidade dos retratos. O nu e a sensualidade apresentado de uma mameira diferente do que estamos acostumados.
As fotografias que dizem.
Como o menino no canto da parede, de costas para a fotografia, pequeno naquele espaço que ele não quer ver, ou de que ele se culpa. Ou será que era uma simples brincadeira de esconde-esconde?







Grupo: Alice Fanny Riff, Nicholas Gobbo, Tomás Pirró, Victor Parente

sexta-feira, 2 de outubro de 2009